sexta-feira, abril 28, 2006
Será stress...?
quarta-feira, abril 26, 2006
O que vai na alma...
25 de Abril...
Solidariedade...

Aceitando o repto que me foi lançado pelo meu "conterrâneo" blog Da minha varanda,e achando uma excelente ideia,aqui fica o meu contributo.
A Acreditar é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que pretende ajudar as crianças com cancro, e as respectivas famílias, a superar melhor os diversos problemas que se colocam a partir do momento em que é diagnosticado o cancro, contribuindo para fomentar a esperança. Foi fundada em 1993 e desde logo passou a estar integrada na Confederação Internacional das Associações de Pais de Crianças com Cancro (ICCCPO). Vive essencialmente dos apoios dos seus associados e amigos, do trabalho de voluntários e de um reduzido corpo de pessoal administrativo que assegura a sua gestão corrente.
Tratar a criança com cancro e não só o cancro na criança!
Este é lema da Acreditar, associação fundada em 1993 por iniciativa de um grupo de pais com crianças com cancro e em tratamento no serviço de pediatria do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa. Ansfriede Zwaagstra, fazia parte deste grupo de pais e, hoje, é governanta da casa de acolhimento da Acreditar em Lisboa. “A parte técnica dos tratamentos era bem-feita, mas faltava muito da parte humana, e continua a faltar. Nós sentimos uma certa falta de acompanhamento, de explicação e informação. A linguagem dos médicos é, em geral, muito fechada, o que para alguns pais é um problema”, diz-nos.
Para colmatar este problema, não só em Lisboa, foram criados núcleos da Acreditar no Porto, em Coimbra e na Madeira, junto aos hospitais oncológicos onde as crianças com cancro estavam a ser tratadas.
Apoio às famílias
A Acreditar tem ao dispor das crianças, pais e professores uma série de publicações que visam a desmistificação da doença. Algumas são bastante vocacionadas como por exemplo sobre a radioterapia, quimioterapia, leucemia e o guia para professores.Além destas publicações, desde o início da Acreditar, os pais de crianças com cancro da Acreditar visitam os pais recém-chegados ao IPO, entregam-lhes as publicações da Associação e conversam com eles de modo a estabelecer uma relação. “Estamos aqui para esclarecer, ajudar e apoiar os pais e crianças nesta situação”, afirma Ansfriede Zwaagstra.
As Casas da Acreditar
A ideia de criar Casas de Acolhimento surgiu da necessidade de garantir um ponto de apoio logístico próximo para as crianças com cancro, acompanhadas das respectivas famílias, durante os períodos de tratamento ambulatório.
A Casa de Lisboa abriu em 2003, dispõe de 12 quartos individuais com casa de banho privativa, refeitório, cozinha, lavandaria, sala de estar para os pais, sala de estar para adolescentes e uma outra para os mais pequenos. Está disponível, gratuitamente, para pais que apoiam e acompanham as suas crianças em tratamento no IPO de Lisboa e para as crianças que, embora se encontrem em tratamento, não necessitam estar internadas.
Existe, ainda, uma Casa no Funchal, em regime de centro de dia, para quando as crianças e familiares aguardam os tratamentos e consultas.
Está a ser construída, prevendo-se que em 2007 esta operacional, a Casa de Coimbra, ao lado do novo hospital pediátrico. Terá 20 quartos, disponíveis não só para crianças com cancro e seus familiares como para todas as patologias pediátricas.A Acreditar também pretende, no futuro, construir uma casa no Porto.
Como pode ajudar…
Poderá ajudar dando apoio humano (voluntariado); apoio material; apoio financeiro ou tornando-se associado da Acreditar.
Para mais informações contacte a Acreditar (Sede):
R. Prof. Lima Basto, 73 – 1070-210 LisboaTel: 217 221 150 Fax: 217 221 151E-mail: acreditar@acreditar.ptSite: www.acreditar.org.pt
[ ouvindo mp3...The Corrs - "What can I do" ]
segunda-feira, abril 24, 2006
BD - Mandrake -

A figura não podia ser mais singular: fato de cerimónia preto sempre impecavelmente engomado, composto por fraque, capa espanhola e cartola, mais cabelo com brilhantina e bigodinho fino. E bengala, claro. Eis Mandrake, um herói clássico da banda desenhada norte-americana cujo nome se inspira na planta homónima, a mandrágora, a quem os antigos atribuíam propriedades mágicas. Mais parece um personagem de teatro "Belle Époque" ou um artista de circo, mas em vez de tirar coelhos da cartola perante um público selecto, combate o crime e os seus agentes. Viaja pelo Oriente - vai diversas vezes à Índia e ao Tibete - e percorre mesmo mundos estranhos e fantásticos, passando por principados bizarros, países liliputianos e até pela "dimensão X", debatendo-se com plantas carnívoras, máquinas bizarras, borboletas encantadas, gigantes, seres humanos com crista, múmias e outras criaturas temíveis. Não está sozinho nessa saga, apesar dos poderes de que foi investido pelo criador, o americano Lee Falk. A seu lado está Lothar, um gigante negro que foi príncipe africano e abdicou para servir Mandrake, mas não prescinde do seu inconfundível fato de pele de leopardo. Narda, a bela princesa de origem balcânica que o segue por toda a parte e se torna a sua noiva eterna, completa o grupo. A ideia da história surgiu na cabeça de Falk uns 10 anos antes de ser apreciada e comprada pelo King Features Syndicate, a quem apresentou o fruto do trabalho de duas semanas durante uma viagem a Nova Iorque. "Para minha surpresa, compraram a 'tira'", recordou em 1975 numa entrevista. Sem grande opinião a respeito do seu próprio talento gráfico, convenceu o seu amigo Phil Davis a desenhar a série - o herói é em grande medida fisicamente inspirado na figura do desenhador -, que surgiu inicialmente em "strip" diária em Junho de 1934 e em pranchas dominicais ("sundays") no dia 3 de Fevereiro do ano seguinte. O êxito popular foi imediato e a dupla não mais parou de desenvolver a série até à morte de Davis, em 1964. Sucedeu-lhe Fred Fredericks, mas a frescura gráfica perdeu-se e a obra acabou por padecer do mesmo declínio que caracterizou a quase totalidade dos grandes heróis e personagens míticos da chamada "época de ouro" dos quadradinhos americanos. Pode dizer-se que há dois Mandrakes numa mesma série: um mais imaginativo e fantástico nas pranchas dominicais e outro mais prosaico e envolvido em tramas de matriz policial nas tiras diárias. Em ambas, Mandrake enfrenta adversários duros - alguns de peso, como o seu irredutível arqui-inimigo Cobra -, mas sempre sem recorrer à violência, no que é uma das características mais singulares do personagem. Esses atributos são, aliás, uma prerrogativa do seu "ajudante de cor, o gigantesco africano Lothar, vestido como um carregador de safari", sublinha o crítico Javier Coma para evidenciar o que considera ser uma "demonstração palpável do subconsciente racista" de Mandrake. No princípio, o mago tinha reais poderes mágicos que provocavam a perplexidade de quantos os presenciavam. Graças a um gesto subtil, o herói torna-se invisível, as balas viram-se contra quem as dispara, os objectos ganham vida e os animais falam, para serem vistos de uma forma que escapa totalmente à lógica corrente de percepção dos sentidos. Mais do que uma ilusão, é como se fosse proporcionada uma experiência única e directa da natureza mais essencial do mundo envolvente, que os leitores (tal como os protagonistas das aventuras) são convidados a olhar na sua genuína condição. É durante esse período que as incursões por universos e mundos fantásticos são recorrentes, contribuindo para conferir à obra uma deliciosa e encantadora magia. Foi sol de pouca dura, porque Mandrake tende rapidamente a ser um mero prestidigitador que tira todo o partido do seu olhar penetrante, da sua energia hipnótica e do que poderia ser designado por uma invulgar "energia mental". Perde-se a magia para se ganhar um justiceiro que aposta na sua "superioridade moral" e nos truques de feira para triunfar sobre os bandidos de todas as latitudes, confundidos com uma lista incontável de golpes de ilusão de óptica a que submete todos os opositores. Feitas as contas e seja qual for o ângulo por que se veja a série, é justo reconhecer que Mandrake conservou sempre uma certa elegância de processos e de atitudes. Na sua singularidade, é um herói que marcou de forma indelével gerações sucessivas de leitores de "comics", incluindo em Portugal, onde apareceu pela primeira vez em 1950 nas páginas do "Mundo de Aventuras".
quinta-feira, abril 20, 2006
A estória do Joseph Blatter
Dissertações sobre futebol de salão...
A propósito da Morte...
A estória dos deputados
sábado, abril 08, 2006
Acredita... ( Parte III )

Há noites assim em que a "coisa" não corre bem,nada bem mesmo ; o Sporting perdeu com o FC Porto.Em minha opinião,resta dizer que o Sporting não esteve ao seu melhor nível em termos atacantes e que o FC Porto "fez pela vida" e de que maneira.A arbitragem depois de alguma celeuma levantada pela substituição do árbitro,acabou por estar bem,pese embora um certo excesso de cartões amarelos mostrados.É futebol e é na hora das derrotas que um Sportinguista se torna ainda mais Leão...Parabéns ao FC Porto pela vitória enquanto que nós...continuamos a acreditar...mais um bocadinho só...é certo...porque os do Porto não vão deixar fugir o título...entretanto,até ao lavar dos cestos,acredito...SPORTING SEMPRE !!!
[ ouvindo mp3...Maria José Valério - "Marcha do Sporting" ]
Bahhhh....
Futebol de salão...uma estória
sexta-feira, abril 07, 2006
Beto Acosta

Recordo a entrevista de Beto Acosta,o "Matador",á bem pouco tempo e estou ansioso...dizia Beto Acosta :
quarta-feira, abril 05, 2006
A estória dum sms...

No sábado da outra semana tinha estado no Bar Repsol,do amigo ultra benfiquista Diamantino, á conversa sobre futeboladas e sobre Benfica e Sporting com alguns amigalhaços,entre os quais estava o amigo "Frutas" a quem eu disse "...bom,eu sou do Sporting e pronto,Benfica nada mas...nas competições europeias sou português e desejo que terça-feira o teu Benfica ganhe,"Frutas"...".Na terça feira seguinte,antes do Benfica-Barcelona mandei uma mensagem ao meu amigo Sopa que dizia isto "...incha,incha,incha,barça,barça,barça,barceloooooona,pero que habemos de comer las aguilas...".Fui mauzinho,pois.O amigo Sopa recebe a mensagem e diz assim "...olha,uma mensagem do meu amigo O..." e "...olha para esta mensagem ahahahahh...",disse ele,precisamente para o "Frutas"...Crasso erro enviar a mensagem ao Sopa,precisamente na altura em que ele estava com o "Frutas"...Porra,Sopa,tinhas logo que mostrar a mensagem a um benfiquista...? E logo ao "Frutas"? És cá um "calhandreiro" ó Sopa...É obvio que no sábado,o "Frutas" assim que me vê "desanca-me uma bronca daquelas"...pois é...e lá se foi a minha imagem de Desportista e de Português e lá fiquei eu rotulado de anti-benfiquista primário.Pronto...
Como não sou bem assim,exceptuando-se as competições em Portugal,os meus pedidos formais de desculpas ao amigo "Frutas"...já agora uma caricatura do teu Benfica que ganhou uma Taça dos Campeões precisamente ao Barcelona e podes não acreditar mas...boa sorte para o Benfica e que elimine o Barcelona ; para quem vos atura tanto,benfiquistas,também aturar mais uma vez não faz mal nenhum.Força Benfica...a sério.Pronto.
[ ouvindo mp3...Queen - "We are the champions" ]
terça-feira, abril 04, 2006
"Apocalipse Now"

A "Pessoa de bem" e os "fogareiros"...
segunda-feira, abril 03, 2006
"Pessoa de bem"...?
E "mai nada"...

Sérgio Conceição,aquele que foi figura no F.C.Porto,aquele que marcou três golos á Alemanha no Euro 2000,aquele grande jogador que "desapareceu"... "renasceu" para o futebol no Standard Liège. Tornou-se figura de destaque no clube ao ponto de ser nomeado capitão de equipa e foi mesmo considerado o melhor jogador do campeonato belga em 2005...Coisas da bola. Já com 31 anos, experiente e a competir numa liga de segundo plano, parecia agora um jogador mais calmo.Isso é que era bom...Veio a Portugal e no aeroporto de Lisboa,"mai" o Jorge Costa arranjou uma "caldeirada" com um funcionário com agressão e tudo,segundo disseram os jornais e acabaram os dois por fretar um avião para seguirem para a Bélgica...para jogar um jogo das meias-finais da Taça.Então...Conceição depois de fazer uma falta,resolve cuspir num adversário,é expulso e "passa-se" de imediato... Despiu a camisola e atirou-a à cara do árbitro...Uma atitude inqualificável que lhe poderá valer, no mínimo, a suspensão até final da época...e "mai nada"...
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